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15/03/2017 as 21:14

Aracaju: Servidores da UFS protestam contra a reforma da Previdência

Sindicalista estima que cerca de 70 pessoas participam do protesto

Portal G1/SE
Foto: Portal Infonet<?php echo $paginatitulo ?>

Professores e técnico-administrativos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) protestaram contra a reforma previdenciária na manhã desta quarta-feira (15). Eles impediram a partir das 6h a entrada de veículos na instituição de ensino que fica localizada no município de São Cristóvão, na região metropolitana da capital sergipana.O fluxo de veículos nas ruas do entorno não foi interrompido.

O coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFS, Fábio dos Santos, estima que 70 pessoas participam do protesto previsto para terminar às 10h. A Polícia Militar monitora à distância esse protesto e não informou o quantitativo de envolvidos.
Mesmo com a paralisação de funcionários, algumas aulas aconteceram na sede da UFS. Membros da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe (ADUFS) e estudantes simpatizantes à causa também aderiram ao movimento.
Propostas
A reforma da Previdência Social enviada ao Congresso Nacional prevê, entre outras propostas, estabelecimento de idade mínima de 65 anos para os contribuintes reivindicarem aposentadorias. Antes de enviar o texto ao Legislativo, o presidente Michel Temer apresentou as ideias a líderes partidários do Congresso.
Além de fixar uma idade mínima para a aposentadoria de homens e mulheres, as novas regras, se aprovadas, irão atingir trabalhadores dos setores público e privado. De acordo com o governo, a única categoria que não será afetada pelas novas normas previdenciárias é a dos militares.
Pelas regras propostas pela gestão Temer, o trabalhador que desejar se aposentar recebendo a aposentadoria integral deverá contribuir por 49 anos.
O governo federal estima que deixará de gastar cerca de R$ 740 bilhões em 10 anos, entre 2018 e 2027, com as mudanças propostas por meio da reforma da Previdência Social. Desse valor total, as mudanças no INSS e nos Benefícios por Prestação Continuada (BPC) representariam uma economia de R$ 678 bilhões e, nos regimes próprios, de cerca de R$ 60 bilhões.




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