SAÚDE

09/12/2017 as 21:06

Ministério da Saúde amplia acesso ao DIU de cobre, método contraceptivo não hormonal, na rede pública de saúde.

Agora, o dispositivo será oferecido para mulheres no pós-parto ou no pós-abortamento. Antes, o acesso era somente via Unidades Básicas de Saúde

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O objetivo do ministério é que o acesso ao contraceptivo seja facilitado a essas mulheres. Caso optem pelo método, elas poderão ter alta do hospital com o dispositivo já inserido. A regulamentação da oferta do DIU foi publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (7).

O DIU poderá ser inserido até 10 minutos após a saída da placenta, para diminuir as chances de rejeição, mas ficará disponível para a mulher por até 48 horas. Caso a inserção não seja feita nesse prazo, será preciso esperar 40 dias para realizar o procedimento, diz o ministério. No caso de aborto, o DIU deve ser colocado após a curetagem.

Trata-se de uma política de incentivo ao uso do DIU, que é mais barato e tem maior duração (em torno de 10 anos de eficácia), diz a pasta. Hoje, o método é menos difundido no Brasil, apesar de estar disponível na rede pública de saúde gratuitamente desde 2000. A pílula anticoncepcional costuma ser a primeira opção.




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